Oklahoma inicia hoje a disputa em eleições primárias para o Senado e o governo, em um pleito que testa a influência de Donald Trump dentro do Partido Republicano. A corrida ocorre em meio a um cenário fortemente conservador no estado.
No Senado, Trump já indicou apoio a Kevin Hern para ocupar a vaga deixada pelo secretário de Segurança Interna Markwayne Mullin. Hern enfrenta outros rivais de peso em Oklahoma, que não escolhem um senador democrata desde 1990, segundo a AP.
Para o governo, Trump endossou Mike Mazzei, em uma disputa ampla que também inclui Gentner Drummond, Charles McCall e Chip Keating. A multidão de candidatos aumenta a chance de segundo turno em agosto, caso nenhum candidato atinja 50% dos votos.
Corrida ao Senado e ao governo
A eleição de Oklahoma envolve duas vagas de peso e pode redefinir alianças dentro do Partido Republicano. Acompanham Hern e Mazzei nomes com histórico político relevante no estado, elevando o nível da campanha e o investimento de recursos.
Desdobramentos internacionais e outros temas
Paralelamente, EUA e Irã assinam memorando para buscar saída de conflito em 60 dias, cuja íntegra não foi divulgada. O vice-presidente declarou o documento como básico, com detalhes a serem acertados nas negociações futuras.
Na política externa, a situação do estreito de Hormuz segue indefinida. Autoridades americanas apontam cenários distintos sobre o retorno do tráfego marítimo ao status pré-guerra, enquanto o Irã sinaliza cobrança de tarifas pela passagem.
Em fora dos EUA, o presidente Trump participa da cúpula do G7 em Évian-les-Bains, na França, onde Zelenski busca apoio internacional para encerrar o conflito na Ucrânia. Putin também participa do encontro.
Nos EUA, Gavin Newsom, governador da Califórnia, acusa Trump de direcionar investigações do Departamento de Justiça contra ele e sua família, em meio a rumores sobre uma possível candidatura presidencial.
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