Donald Trump viu sua indicação vencer a disputa primária de Geórgia, abrindo caminho para o confronto com Jon Ossoff nas midterms deste ano. Mike Collins, representante dos EUA, derrotou o ex-treinador universitário Derek Dooley na indicação republicana para o Senado.
Collins, executivo de transporte e apoiado pelo ex-presidente, disputará a vaga de Ossoff, que atua no Senado desde 2021. O resultado consolida Collins como favorito para enfrentar o democrata na eleição de novembro.
Em Geórgia, a legenda republicana também escolheu Rick Jackson para encabeçar o esforço abertamente conservador na disputa pela governadoria, contra Keisha Lance Bottoms. Jackson venceu Burt Jones, apoiado por Trump, após uma campanha marcada por disputas judiciais e desafeto a regras eleitorais.
Detalhes do pleito na Geórgia
Os eleitores republicanos da Geórgia definiram as candidaturas para o Senado e para a governadoria. Collins é filho de Mac Collins, que também atuou na Câmara entre 1993 e 2002. Dooley, por sua vez, tem vínculos com o ex-técnico Vince Dooley e com a Universidade da Geórgia.
Jackson defenderá a agenda de governo republicana, em meio a uma campanha tensa que envolveu desdobramentos jurídicos e debates sobre legitimidade eleitoral.
Outros desdobramentos políticos e assuntos recentes
Donald Trump criticou Benjamin Netanyahu em rede de imprensa durante cúpula do G7 na França, cobrando maior responsabilidade com relação ao Líbano.
A maioria do Senado, liderada pelo GOP, não conseguiu aprovar resolução sobre poderes de guerra que exigiria o fim de Hostilidades com o Irã, com votação de 48 a 47.
A Justiça anunciou acusações contra cinco homens por suposto complô para atacar autoridades no evento da UFC na Casa Branca, neste domingo.
Kash Patel, segundo a reportagem, teria surpreendido e indignado agentes da Secret Service ao anunciar suposto atentado contra a Casa Branca em redes sociais, antes de prisões de suspeitos.
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