A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), defendeu a atuação do governo na operação para salvar o Banco de Brasília (BRB) e rebateu críticas recebidas. O pronunciamento ocorreu durante agenda oficial no Palácio do Buriti nesta quarta-feira, 17 de junho.
Segundo a chefe do Executivo, a decisão de devolver o BRB à cidade foi a mais acertada para manter a instituição sob controle público. Ela afirmou que o banco pertence à população de Brasília, e não ao governo ou a gestores específicos.
Celina explicou que o pagamento da operação é responsabilidade do BRB e que o cargo de governadora não altera esse fato. Ela ressaltou que manteve um contrato com o BRB e que o banco é quem arca com os custos da operação, destacando a necessidade de esclarecer informações.
A governadora também destacou medidas de contenção de despesas desde o início do mandato. Entre os exemplos, mencionou cortes de gastos, redução de eventos, redução de aluguel e a decisão de ocupar o Centro Administrativo (Centrad), buscando reduzir privilégios.
Além disso, Celina Leão afirmou que a gestão tem priorizado eficiência e responsabilidade fiscal, apresentando ações que visam tornar a estrutura pública mais enxuta e transparente. Ela ressaltou que tais medidas acompanham o objetivo de defender o interesse público.
Contexto financeiro do BRB
Em meios oficiais, a administração do BRB é apresentada como parte de um processo de reestruturação que envolve recursos públicos. A governadora reforçou que a operação teve suporte institucional e que o banco continua sob gestão pública, com foco na proteção dos interesses da população brasiliense.
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