O governo de Donald Trump acompanha de perto as desdobramentos das investigações sobre o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro. Relatórios encaminhados à Casa Branca indicam que o caso pode influenciar o cenário político e o Judiciário brasileiro, especialmente próximo às eleições presidenciais. O monitoramento envolve processos no STF e atenção ao ministro Alexandre de Moraes.
Em sessão da Segunda Turma do STF, o ministro André Mendonça informou ter rejeitado uma proposta de delação seletiva relacionada ao caso Master. Ele disse que acordos de colaboração devem ser conduzidos pela Procuradoria, não pelo relator, e destacou que alguns envolvidos teriam perdido o pudor.
Durante o julgamento, Mendonça rebateu críticas de Gilmar Mendes, que comparou a condução do caso Master aos métodos da Lava Jato. Mendes votou contra a soltura do pai e do primo de Vorcaro e criticou acusações de uso de prisões para forçar delações. Mendonça afirmou que não se trata da Lava Jato e que envolve uma grande fraude financeira.
A Polícia Federal revelou mensagens de Joana Mourão, irmã de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário. Ela afirmou possuir material capaz de comprometer a família de Vorcaro. As declarações surgiram após a morte do irmão, em meio a cobranças por apoio financeiro. A PF aponta tentativas de repasses de dinheiro para impedir a divulgação de informações, hipótese que a defesa negou.
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