O ano eleitoral intensifica ações envolvendo recursos públicos. Lula 3 anunciou uma linha de crédito que pode chegar a 4 bilhões de reais para a compra de motos e bicicletas elétricas por entregadores com carteira assinada, além de capacetes gratuitos para mulheres. A medida visa atender o segmento de entregas.
Estima-se um público potencial entre 700 mil e 1,2 milhão de entregadores em todo o país. A expansão da economia de plataformas digitais é apontada como um dos fatores por trás do crescimento desse setor, que aumenta o tráfego urbano e, segundo autoridades locais, eleva o nº de ocorrências de trânsito.
O Congresso aparece como cenário de debates sobre prioridades orçamentárias. Um projeto prevê o uso de receitas do pré-sal para descontos de dívidas do setor rural, sem multas ou juros, enquanto outro amplia isenções para templos evangélicos.
Na linha de gastos com o próprio governo, registros indicam aportes do fundo eleitoral para remunerar assessores de Bolsonaro entre janeiro e abril, totalizando quase 500 mil reais. Entre os nomes mencionados, aparecem Cláudio Castro e Daniel Vorcaro, ligados a ações políticas recentes.
Orçamento sob escrutínio
Entretanto, as propostas provocam discussão sobre impactos fiscais e prioridades públicas. A discussão envolve custos de curto prazo e efeitos sobre serviços e investimentos em áreas estratégicas do país.
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