Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ativistas defendem manter jogos de videogame acessíveis

Stop Killing Games pressiona UE e EUA por leis que mantenham jogos online jogáveis mesmo após o desligamento de servidores, em debates e propostas

Highguard, a multiplayer shooting game that was taken offline in March.
0:00
Carregando...
0:00

Do grupo Stop Killing Games nasceu em 2024 após a Ubisoft anunciar o desligamento do jogo The Crew, movimento que inspirou ações legais e campanhas em defesa de consumidores. A ideia central é evitar que títulos com multiplayer online deixem de funcionar sem alternativas para os jogadores. O objetivo é criar proteções legais e planos de fim de vida para manter jogos acessíveis.

O movimento ganhou tração internacional, transformando-se em uma ONG com atuação na UE e nos EUA. Já promoveu ações legais, petições públicas e mobilizações parlamentares para discutir políticas digitais e proteção ao consumidor em jogos comprados. A equipe também tem feito lobbies para incluir propostas em leis nacionais e europeias.

Viés regulatório europeu: código de conduta e agenda legislativa

Nesta semana, a Comissão Europeia respondeu que não é possível impor obrigação legal de manter jogos online jogáveis após o fim do suporte, por questões de direitos autorais. Ainda assim, afirmou que trabalhará com editoras para criar um código de conduta sobre o fim de vida dos jogos.

No âmbito dos EUA, a iniciativa ajudou a aprovar no estado da Califórnia o projeto Protect Our Games, que segue para a segunda votação no Senado. Se aprovado, o texto exige aviso prévio antes de desativar jogos e prevê mecanismos para manter o acesso ao título, valendo apenas para jogos pagos após janeiro de 2027.

A expectativa é de que outras unidades da federação sigam o exemplo, ampliando o impacto da legislação. Moritz Katzner, líder de estratégia, afirma que o ritmo acelerado das ações surpreendeu positivamente e que há espaço para evolução legislativa em diferentes estados.

Reações e posições do setor

A indústria de games critica propostas como a Califórnia, afirmando que a exigência de manter serviços indefinidamente prejudicaria o desenvolvimento de novos títulos. Os defensores do movimento defendem que consumidores devem ter garantias de acesso a jogos adquiridos.

O movimento espera que futuras medidas integrem a chamada Digital Fairness Act, ampliando as regras para plataformas online. Em resposta, a UE anunciou que manterá diálogo com editoras para respeitar direitos e padrões de proteção ao consumidor, sem impor obrigações legais diretas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais