A queda na popularidade de Lula em Minas Gerais influencia os cálculos para a eleição de 2026. Aliados de Alexandre Kalil afirmam que a estratégia atual é consolidar uma candidatura de centro e evitar a polarização vista em 2022. Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte pelo PDT, é apontado como possível candidato ao governo estadual.
O grupo próximo a Kalil sustenta que vincular o nome do presidente ao projeto local pode atrair custo político. Embora Kalil tenha mantido posição crítica à polarização, interlocutores relatam que conversas com o PT não geraram avanços concretos.
Fontes que acompanham o cenário destacam o desgaste de Lula em Minas. Pesquisas de março mostram desaprovação superior à aprovação entre a população mineira, com variações entre institutos que analisam o governo federal. Analistas apontam que a força do apoio presidencial pode não se traduzir em vitória para candidatos locais.
Desempenho de Lula e repercussões
A avaliação de março aponta que mais da metade dos mineiros desaprova a gestão do presidente, conforme levantamentos de institutos nacionais. Em paralelo, pesquisas locais indicam empate entre Lula e outros nomes com apoio semelhante, sugerindo que o cenário pode exigir estruturas próprias de campanha para cada candidatura.
Para analistas, o papel de Lula tende a reduzir-se ao longo da campanha, com a influência sobre a eleição estadual dependente das estratégias de candidatos individuais. A ideia é que o candidato a governador precise construir desempenho próprio, independentemente do padrinho nacional.
Entre na conversa da comunidade