O presidente Lula manteve Jaques Wagner na liderança, mantendo a função sob a expectativa de que a operação policial se dilua durante a Copa do Mundo. A medida foi anunciada em Minas Gerais, onde Lula participou de dois eventos nesta sexta.
A estratégia, segundo interlocutores do governo, é evitar respostas rápidas ou ataques de efeito, chamados de afogadilho. A ideia é impedir que o tema ganhe fôlego antes ou durante a competição futebolística.
A decisão visa, ainda, quebras de impulso em entrevistas formais e abordagens na entrada e saída de eventos. A avaliação inicial aponta sucesso moderado, com o tema recebendo menor destaque imediato nos arredores da Copa.
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