Em junho de 2026, Abelardo de la Espriella venceu na Colômbia e Keiko Fujimori lidera a apuração no Peru, sinalizando uma guinada conservadora na América do Sul. A vitória de ambos aponta para mudanças políticas relevantes na região.
A rodada de eleições consolidou governos com foco em segurança e economia, em contraste com o ciclo anterior. O movimento representa uma revisão do panorama político sul-americano.
A contagem regional indica que sete governos são de direita e cinco de esquerda até o momento, com participação de Argentina, Paraguai, Equador, Bolívia, Chile, Colômbia e Peru entre os conservadores.
Composição regional
Entre os novos protagonistas estão Abelardo de la Espriella, na Colômbia, e Keiko Fujimori, no Peru. Também aparecem figuras como Javier Milei, Daniel Noboa, Rodrigo Paz e José Antonio Kast, formando um bloco conservador emergente na região.
Analistas apontam que a mudança é impulsionada por demandas por segurança, combate à violência e resultados econômicos mais previsíveis. O humor público sobre violência e custo de vida influencia o voto.
O impacto internacional acompanha a virada. Agradabilidade de mercados e relações com Washington passam a ter peso na atratividade de investimentos, ressaltando o papel de alinhamentos geopolíticos.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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