Em 2015, a América do Sul tinha oito países governados pela esquerda. O mapa era marcado por alianças entre esquerda e centro-esquerda, com outros quatro sob força de direita e centro-direita.
A vitória de Abelardo de la Espriella, representante da Defensores de la Patria, na Colômbia, ampliou a presença da direita na região. A posse do novo presidente, em 7 de agosto, reforçou esse movimento.
A partir desse momento, seis países passaram a ser governados por forças de direita: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Paraguai. Até setembro de 2025, Argentina, Paraguai e Equador já tinham governos de direita.
Panorama regional
O processo de mudança ganhou força após as eleições de 2021 a 2023 em vários países. No Chile, o avanço ocorreu com a eleição de José Antonio Kast; na Bolívia, Rodrigo Paz; na Argentina, Javier Milei; no Equador, Daniel Noboa. A configuração regional, porém, também mudou no Paraguai, mantendo-se de direita de 2015 a 2025.
Conjunto de consequências
A guinada para a direita alterou o espaço de poder na região e reduziu o alinhamento com o governo brasileiro sob o PT. O movimento é visto como uma inversão do quadro que vigorava há 11 anos. Em 2015, governos de esquerda e centro-esquerda comandavam oito países.
Entre na conversa da comunidade