O ex-presidente Jair Bolsonaro depôs à Polícia Civil do Distrito Federal sobre uma arma registrada em seu nome, apreendida com um militar durante uma blitz. O depoimento durou cerca de 5 minutos e ocorreu na residência dele, onde cumpre prisão domiciliar.
Bolsonaro explicou que pediu ajuda ao segurança para fazer a manutenção da pistola, que não estava funcionando. Ele informou que mantém o equipamento porque não houve determinação judicial para a entrega.
A defesa afirma que aguarda o arquivamento do inquérito. A oitiva ocorreu por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, conforme informações oficiais.
Situação processual e próximos passos
A apuração segue buscando esclarecer a guarda e o uso do armamento registrado em nome do ex-presidente, sem indicação de novas diligências até o momento. O Ministério Público não divulgou novos detalhes sobre o andamento do caso.
Entre na conversa da comunidade