Donald Trump vai se reunir com o presidente da Câmara, Mike Johnson, em Washington DC, na tentativa de romper o impasse legislativo. A reunião ocorre em meio a tensões intensas no Capitol Hill, com críticas internas nos republicanos e pressão por votações pendentes. O objetivo é alinhar a agenda de Trump com a maioria na Câmara.
O Senado federal interrompeu o recesso de duas semanas após um almoço tenso envolvendo o presidente e discussões sobre a guerra no Oriente Médio, lealdades e acordos legislativos. A disputa se intensifica após Trump ter cancelado a assinatura de um importante projeto de habitação bipartito, elevando as divergências com o Senado.
Johnson tenta convencer a Câmara a avançar com a agenda de Trump, em meio a resistência de uma ala da bancada republicana que questiona medidas como o Save Act, voltadas a restrições para votação. A expectativa é de que a Câmara vote sob pressão de lideranças, buscando encerrar a rebelião interna.
Cenário político e desdobramentos
- O senador Chris Van Hollen, de Maryland, apoia o candidato Abdul El-Sayed em Michigan, abrindo uma linha de fratura com o líder da minoria no Senado, Chuck Schumer.
- O Supremo Tribunal Federal dos EUA deve divulgar decisões às 10h, com casos de imigração e finanças entre os aguardados.
- No Capitol Hill, a sessão de Johnson com Trump às 14h locais foca na possibilidade de votação que encerre a oposição interna ao tema das eleições, incluindo propostas para aperfeiçoar regras de votação.
- O senador Bill Cassidy, de Louisiana, participou de desentendimento com Trump durante o almoço no Senado após críticas de Trump a quatro senadores por apoiar medida de contenção de atuação dos EUA no Oriente Médio. Posteriormente, Kennedy emitiu comentários ressaltando a falta de transparência sobre a situação do conflito, segundo apuração de veículos de imprensa.
Entre na conversa da comunidade