Janja Lula da Silva lançou o Pacto Brasil contra Feminicídio em duas frentes: no Ceará e no Rio Grande do Norte. A iniciativa busca articular Executivo, Legislativo e Judiciário para fortalecer políticas de proteção às mulheres e ampliar medidas de prevenção e monitoramento da violência.
No Ceará, a cerimônia ocorreu no MIS, em Fortaleza. A primeira-dama ressaltou a necessidade de zerar os casos de feminicídio, citando que 47 mulheres foram mortas no estado no ano anterior. O objetivo é integrar ações para reduzir esses números.
Durante a passagem pelo Ceará, Janja se reuniu com Ana Clara de Oliveira, jovem de 21 anos que sofreu uma tentativa de feminicídio em Quixeramobim. A cerimônia destacou a importância de equipes médicas do SUS no atendimento e na recuperação da vítima.
No Rio Grande do Norte, a primeira-dama participou da adesão do estado ao pacto nacional. Em publicação nas redes sociais, ela enfatizou a cooperação entre poderes e a atuação conjunta de estados e municípios como essencial para ampliar a proteção às mulheres.
O Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio foi formalizado em 4 de fevereiro, com a assinatura do presidente Lula, do STF, do presidente da Câmara e do presidente do Senado. O documento estabelece compromissos institucionais entre os Três Poderes.
A iniciativa surgiu em dezembro de 2025, quando Lula revelou o pacto no Planalto. O anúncio contou com a participação de ministros e integrantes do governo, a partir de uma ideia da primeira-dama, Janja Lula da Silva, segundo o presidente.
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