Foi contestada a alegação de falha grave na apreensão de arma de fogo de Jair Bolsonaro durante blitz. A defesa afirma que a pistola Glock 9mm é arma registrada e que esteve na residência de Bolsonaro de forma licita, antes da condenação.
A arma foi apreendida com um militar do Exército durante a blitz da Polícia Militar no Distrito Federal, na segunda-feira passada. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária autorizada pelo STF por problemas de saúde.
A defesa sustenta que não houve apreensão ou devolução indevida, apenas a arma permaneceu registrada junto aos órgãos competentes. Os advogados destacam que a posse era regular e estava mantida na residência.
Pedido à PGR
Na quarta, o ministro Alexandre de Moraes solicitou à Procuradoria-Geral da República que avalie, em 48 horas, se houve falta grave na apreensão. Moraes citou trecho da Lei de Execuções Penais para respaldar a análise.
Bolsonaro admitiu, em depoimento, que a arma apreendida é sua e que estava em sua residência durante o cumprimento da prisão. Segundo o documento, o ex-presidente alegou necessidade de proteção, mencionando a presença de outras pessoas no local.
Na quinta, o PGR pediu ao STF que aguardasse o fim do inquérito da Polícia Civil do Distrito Federal antes de qualquer判断. O procurador-geral afirmou que o caso está em estágio inicial e não indica, ainda, caracterização de falta disciplinar.
Esta reportagem está em atualização. As informações são apuradas junto a documentos oficiais e veículos de referência, sem consultar fontes externas não citadas.
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