Os apresentadores de rádio e TV que pretendem disputar as eleições de 2026 têm até 30 de junho para deixar o ar. A regra, prevista no calendário eleitoral do TSE, visa impedir vantagem de exposição midiática na disputa. O Brasil inteiro é foco da medida.
A norma vem da Lei das Eleições 9.504/1997 e é reforçada por resolução do Tribunal Superior Eleitoral. O descumprimento pode gerar sanções para candidatos e emissoras, incluindo eventuais restrições durante o período eleitoral.
Há registros de nomes que chegaram a sinalizar pré-candidatura, mas desistiram. Um exemplo é Leão Lobo, da RedeTV!, que se filiou ao PT em abril, mas afirma não concorrer a cargo eletivo.
Quem deixou a TV para disputar as eleições de 2026
Silvia Abravanel – Filha de Silvio Santos, apresentadora do SBT, lançou a pré-candidatura a deputada federal por São Paulo pelo PSD. Ela defende inclusão de pessoas com deficiência e apoio a famílias de pacientes com doenças raras.
Datena – Apresentador da TV Brasil e da Rádio Nacional, deixou a emissora para viabilizar a candidatura a deputado federal. O PSB articula a filiação dele para a Câmara dos Deputados.
Sikêra Júnior – Ex-apresentador do Alerta, da TV A Crítica, anunciou a pré-candidatura a deputado federal. O convite partiu do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
André Marinho – Ex-apresentador da Jovem Pan, confirmou a pré-candidatura ao governo do Rio de Janeiro pelo Novo. Em junho, anunciou Paulo Rabello de Castro como coordenador de sua equipe econômica.
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