O governo lançou a Rede Privativa de Comunicação da Administração Pública Federal, em vigor, fruto de parceria entre o Ministério das Comunicações e o Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A infraestrutura exclusiva permite que órgãos que operavam em sistemas distintos passem a se comunicar em um ambiente único e integrado.
O investimento é de 1 bilhão de reais, com conclusão prevista para dezembro de 2027.
Avanços e participantes
A Rede Privativa Móvel já conecta a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o Exército Brasileiro, a Polícia da Câmara dos Deputados e a Polícia do Senado Federal.
Até então, cada instituição operava em sistemas próprios de comunicação que não se comunicavam entre si.
A iniciativa é uma das obrigações decorrentes do leilão do 5G realizado em 2021, voltada à construção de uma infraestrutura permanente para a administração pública federal.
Detalhes técnicos e próximos passos
A rede fixa terá cobertura em 27 capitais, com cerca de 1.863 quilômetros de fibra óptica metropolitana.
Serão aproximadamente 106 Pontos de Presença e pelo menos 6.500 pontos de acesso para órgãos públicos, com criptografia de Estado.
A disponibilidade mínima prevista é de 99,5%, com redundância em dupla via física e sistemas de controle de acesso e vigilância eletrônica.
A finalidade é garantir comunicações seguras, independentes das redes comerciais, segundo o governo.
Macapá (AP), Rio Branco (AC), Goiânia (GO) e Vitória (ES) devem receber eventos de ativação em setembro, marcando novas fases da implementação.
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