Com a vigência do defeso eleitoral, aumenta o peso político das próximas etapas do processo. A partir de 4 de julho, ações da administração pública ficam restritas, abrindo espaço para convenções, registro de candidaturas e início da campanha oficial.
Nesse período, candidatos não podem participar de inaugurações de obras públicas e pré-candidatos não devem comentar programas na TV ou rádio. Também há limites para nomeações, exonerações e transferências de recursos entre entes federativos.
As regras visam impedir uso da máquina pública para favorecer candidaturas, segundo a Justiça Eleitoral. A partir de agora, a temporada de definições tem impacto direto no ritmo do pleito de 2026.
Etapas-chave do calendário
Conventões partidárias ocorrerão entre 20 de julho e 5 de agosto, para oficializar nomes e estratégias. Em 15 de agosto, às 19h, vence o prazo para protocolar pedidos de registro de candidatura.
A campanha oficial começa em 16 de agosto. O horário eleitoral gratuito vai de 28 de agosto a 1º de outubro, antes do primeiro turno marcado para 4 de outubro.
Caso nenhum candidato atinja maioria no primeiro turno, há segundo turno em 25 de outubro. Em seguida, a fiscalização das campanhas define prazos de prestação de contas.
Quem disputou apenas o primeiro turno deve apresentar contas até 3 de novembro; quem seguir até o segundo, até 14 de novembro. A diplomação dos eleitos está prevista para 18 de dezembro.
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