Desde antes da estreia do Brasil na Copa do Mundo, a relação entre o torneio e a política ganhou evidência. políticos passaram a vincular símbolos da Seleção a mensagens eleitorais, ampliando o uso da camisa brasileira como ingrediente de campanha.
A pressão é perceptível entre legisladores e candidatos, com figuras reagindo à imagem da seleção para reforçar narrativas partidárias. A leitura comum é de que o momento esportivo pode estimular orgulho nacional.
Entre os políticos citados, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) intensificou a associação entre a camisa da Seleção e a identidade bolsonarista. Lula (PT) também tem feito uso desse campo simbólico.
Outras figuras, como Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), também recorreram ao tema para marcar presença durante a estreia da seleção. O recurso é visto como estratégia de comunicação.
Para o marqueteiro Marcelo Vitorino, a Copa do Mundo é um ativo recorrente na comunicação de governos e candidaturas. Ele aponta que o desempenho da equipe alimenta narrativas políticas.
No entanto, Vitorino ressalta que o torneio é, na prática, mais simbólico do que decisivo para o voto. Ele enfatiza que economia, segurança e poder de compra pesam mais na escolha do eleitor.
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