Donald Trump afirmou, em publicação nas redes sociais na quarta-feira, ter transformado a música YMCA, do Village People, em um megahit novamente. A homenagem ocorreu após a morte de Victor Willis, vocalista da banda, aos 74 anos.
Trump elogiou Willis e o grupo, dizendo que eles estiveram com ele desde o início. A declaração foi publicada como resposta à notícia sobre o falecimento do artista, ocorrido na segunda-feira, em meio a uma trajetória de uso da música em comícios.
Contexto e controvérsias
O YMCA, lançado em 1978, é frequentemente associado à cultura LGBTQ+ e já foi tema de debates sobre seu uso em eventos políticos. O Village People já pediu, no passado, para evitar a utilização da canção em atos políticos, apesar de reconhecer a legalidade do uso.
O grupo já enfrentou controvérsias sobre a aceitação do uso de YMCA por Trump. Em 2020, fãs pressionaram para interromper a veiculação, enquanto Willis e a banda também criticaram algumas propostas associadas ao ex-presidente. A relação evoluiu em anos recentes.
O uso da música por Trump permaneceu tema de discussão pública. Willis chegou a considerar a possibilidade de revogar a licença de uso político, mas afirmou que não tomaria a medida, pois o impacto positivo da música para a obra foi relevante. O Village People também atuou em eventos oficiais de transição e posse do presidente.
Os episódios alimentam a percepção de que YMCA funciona como trilha simbólica da imagem de Trump. A canção, que já integrou festas infantis e celebrações, segue presente em eventos que remetem à memória de sua liderança.
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