A Bahia vive tensão política após a operação da Polícia Federal que investiga supostos pagamentos ligados ao Banco Master. O caso impacta a base do governo estadual e o desempenho da campanha de Jerônimo Rodrigues, que disputa a reeleição.
No centro da disputa estão Jaques Wagner, senador e figura do PT, e Rui Costa, ex-governador. A PF apontou possíveis vínculos com Daniel Vorcaro, ex-sócio do Master, e o caso ganhou força no cenário eleitoral, com a oposição de ACM Neto e críticas ao manejo político da crise.
PT reage com defesa de Wagner e discurso de unidade, buscando minimizar danos à aliança entre Jerônimo, Wagner e Costa. A ofensiva envolve peças publicitárias que reforçam a parceria entre os três, em meio a turbulências e disputas internas.
Operação e desdobramentos
A PF investiga supostos pagamentos ligados ao Banco Master, o que abalou a base governista. Wagner nega irregularidades, enquanto Jerônimo afirma manter a confiança no grupo e na condução da campanha. O caso também envolve Eduardo Sodré, secretário estadual do Meio Ambiente, aliado de Wagner e alvo de investigações.
Nos bastidores, a leitura é de que o impacto político dependerá de novos desdobramentos. Enquanto isso, a campanha tenta manter o foco em obras e na recuperação de popularidade associada ao governo federal, sem permitir que o tema domine a agenda.
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