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Sete organizações internacionais vão acompanhar as eleições

Os observadores internacionais terão acesso aos locais de votação, seções eleitorais, juntas de transmissão, apuração e totalização de dados no TSE

Sete organizações internacionais vão acompanhar as eleições 2026. (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou que pelo menos sete organizações internacionais vão acompanhar as eleições deste ano. Foram convidadas: a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia, a Liga dos Estados Árabes (LEA), a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e a Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE).

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou que pelo menos sete organizações internacionais vão acompanhar as eleições deste ano. Foram convidadas: a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia, a Liga dos Estados Árabes (LEA), a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) e a Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE).

As chamadas Missões de Observação Eleitoral observam o cumprimento das normas eleitorais do país, colaboram para o controle social nas etapas do processo eleitoral e verificam a imparcialidade e a efetividade da organização, direção, supervisão, administração e execução do processo eleitoral.

+ Eleições 2026: confira a ordem de votação

Segundo o TSE, os observadores internacionais acompanham todo o processo eleitoral, incluindo a votação e diplomação das candidaturas eleitas. Também avaliam a condução administrativa e a logística usada pelos Tribunais Regionais Eleitorais e pelas zonas eleitorais.

Para isso, as missões terão acesso integral aos locais de votação, seções eleitorais, juntas de transmissão, apuração e totalização de dados no TSE.

Já os organismos ou governos estrangeiros que não estão entre as missões vão acompanhar as eleições no âmbito do Programa de Convidados Internacionais (PCI). O PCI apresenta a autoridades eleitorais de fora do país aspectos relacionados à organização, planejamento e execução do processo eleitoral.

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