O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou neste sábado (22) o primeiro ato de campanha pela reeleição no Rio de Janeiro, no estádio Moça Bonita, em Bangu, na Zona Oeste. Ao lado de Eduardo Paes (PSD), candidato ao governo do estado, Lula reforçou a aliança com o ex-prefeito e defendeu a união entre os governos federal e estadual para enfrentar os problemas do Rio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou neste sábado (22) o primeiro ato de campanha pela reeleição no Rio de Janeiro, no estádio Moça Bonita, em Bangu, na Zona Oeste. Ao lado de Eduardo Paes (PSD), candidato ao governo do estado, Lula reforçou a aliança com o ex-prefeito e defendeu a união entre os governos federal e estadual para enfrentar os problemas do Rio.
O ato ocorreu no mesmo dia em que Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário de Lula na disputa presidencial, reuniu apoiadores no Maracanãzinho.
A segurança pública foi um dos principais temas do discurso. Lula prometeu retirar criminosos dos territórios dominados por facções e devolvê-los à população, mas afirmou que pretende fazer isso “sem pirotecnia”.
“Vamos tirar o bandido do território de vocês e devolver o território ao povo do Rio de Janeiro. Pode ficar certo, vamos fazer isso sem carnaval, sem pirotecnia.”
O candidato também voltou a defender a criação do Ministério da Segurança Pública e citou uma maior participação do governo federal no combate ao crime. Lula reforçou ainda seu apoio à candidatura de Paes ao governo do estado. Durante o ato, afirmou que o ex-prefeito não é apenas seu amigo, mas uma “necessidade para o povo do Rio”.
O petista também elogiou o governador interino Ricardo Couto, afirmando que ele está fazendo uma “limpeza” no estado e que Paes terá de dar continuidade ao trabalho. Benedita da Silva (PT) e Pedro Paulo (PSD), candidatos ao Senado, também participaram do evento.
Além da segurança, Lula falou sobre educação. Ele prometeu ampliar investimentos em universidades, institutos federais e escolas de tempo integral e afirmou que pretende promover uma “revolução na Defesa”, embora tenha dito que não quer guerra com nenhum país. “Não se metam conosco”, declarou Lula, ao defender a soberania nacional.
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