Os candidatos à Presidência da República Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) usaram o 7 de setembro para criticar os adversários e o Supremo Tribunal Federal.
Em ato no Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, Renan Santos criticou seus adversários Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Augusto Cury (Avante). Também lançou um manifesto em que pede a saída dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes do STF; a saída de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal e a saída do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
“Não há polarização. A direita hegemônica e a esquerda governista são dominadas pelos mesmos sócios no crime, Daniel Vorcaro entre eles. O Supremo Tribunal Federal, peça central desse arranjo, tem gângsteres em seus quadros, homens que se acomodaram ao banditismo cotidiano”, diz um trecho do manifesto.
+ 7 de setembro: Lula, Fachin, Motta e Alcolumbre acompanham desfile
O candidato Romeu Zema (Novo) também cumpriu agenda em São Paulo. Na avenida Paulista, fez um ato na manhã desta segunda-feira (7) contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF.
“Não dá mais para nós tolerarmos uma situação dessa. Em qualquer país minimamente civilizado, onde se tem vergonha na cara, um ministro como esse, prestando serviços para um bandido, teria sido expelido, teria sido expulso e muito provavelmente encarcerado”, afirmou em entrevista, sem cita nomes.
Já o candidato Ronaldo Caiado (PSD) participou das comemorações do Dia da Independência, em Goiânia, e voltou a dizer que, se for eleito, indicará mulheres para o Supremo Tribunal Federal.
“Eu sei que a partir daí, nós não assistiremos mais a situações tão deprimentes quanto essas”, declarou, referindo-se a atual crise do STF.
Caiado também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, em pronunciamento em rede nacional no domingo (6), defendeu a soberania do país e afirmou que o Brasil deve manter sua autonomia diante de interesses estrangeiros.
“Como é que o presidente Lula vai defender a soberania, se ele entregou (o país) às facções criminosas?”, questionou Caiado.
Entre na conversa da comunidade