Alexandre de Moraes se tornou ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) em março 2107, indicado pelo então presidente da República Michel Temer. Moraes ocupou a vaga do ministro Teori Zavascki, que morreu em um acidente aéreo no início daquele ano.
Quando foi indicado por Temer, em fevereiro de 2017, ele era ministro da Justiça e Segurança Pública e filiado ao PSDB. Se licenciou do cargo após a indicação.
Seu nome, como ocorre com todos que são indicados ao STF, foi submetido à aprovação do Senado. Primeiro, passou por uma sabatina que durou quase 12 horas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), no dia 21 de fevereiro de 2017. Na CCJ, sua indicação foi aprovada por 19 votos favoráveis e 7 contrários.
No dia seguinte, 22 de fevereiro, seu nome foi submetido ao Plenário da Casa e aprovado por 55 votos favoráveis e 13 contrários.
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Advogado, professor universitário e promotor de Justiça, Alexandre de Moraes iniciou sua trajetória na política em 2002, quando foi secretário estadual de Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo do então governador Geraldo Alckmin.
Em 2005, assumiu a presidência da antiga Fundação Estadual do Bem-estar do Menor (Febem), hoje Fundação Casa. Ficou no cargo até 2007.
Também foi secretário municipal dos Transportes da cidade de São Paulo, presidente da CET e da SPtrans durante a gestão de Gilberto Kassab entre 2007 e 2010.
Em 2015, assumiu a secretaria estadual de Segurança Pública do estado de São Paulo durante o governo de Geraldo Alckmin. Em 12 de maio de 2016, assumiu o ministério da Justiça e Segurança Pública da gestão do ex-presidente Michel Temer.
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