O Exército brasileiro coordenou, entre segunda (21) e sexta-feira (25), a 8ª edição do evento Guardião Cibernético, às vésperas das eleições em 2026. A ação veio em meio aos alertas, tanto de especialistas, quanto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para possíveis interferências estrangeiras no pleito brasileiro.
O evento do Exército reuniu 1,3 mil participantes em Brasília e outras seis capitais do país, como São Paulo, Recife, Curitiba e Manaus. A simulação contou com cerca de 300 organizações e representantes de 14 países.
O encontro simulou ameaças digitais com objetivo de treinar a cooperação entre instituições públicas e privadas para casos de ataques cibernéticos que possam afetar serviços essenciais à população.
“Durante o exercício, foram reproduzidos cenários de ataques cibernéticos complexos e coordenados, permitindo testar procedimentos, aperfeiçoar planos de contingência e identificar soluções para ampliar a resiliência nacional”, afirmou o Exército, em nota.
A iniciativa reuniu, além das Forças Armadas, órgãos governamentais, entidades reguladoras e operadores de infraestruturas críticas dos setores de energia, abastecimento de água, telecomunicações, finanças, entre outros.
(Com informações de Agência Brasil)
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