Uma operação da Polícia Militar interrompeu um baile funk no Complexo da Pedreira, no Rio de Janeiro, onde o rapper Oruam faria um show. A polícia disse que a ação tinha como objetivo combater criminosos e impedir um evento não autorizado. Durante a operação, houve troca de tiros entre policiais e bandidos, resultando em dois homens feridos e a apreensão de dois fuzis. Oruam, que já havia sido preso antes, afirmou nas redes sociais que está sendo perseguido e que a situação é passageira.
Operação policial interrompe baile funk com show do rapper Oruam no Rio
Uma operação da Polícia Militar interrompeu um baile funk no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, zona norte do Rio de Janeiro, na manhã de sábado. O evento contaria com a apresentação do rapper Oruam, que acusou as autoridades de perseguição.
De acordo com o comando da unidade, a ação visava coibir a movimentação de criminosos envolvidos em disputas territoriais e impedir a realização de um evento não autorizado. A polícia informou que o baile funk não chegou a acontecer.
Durante a operação, os agentes foram recebidos a tiros por um grupo de criminosos, resultando em um confronto armado. Dois homens foram encontrados feridos no local e dois fuzis foram apreendidos.
Oruam, que já foi preso ao anunciar o lançamento do álbum “Liberdade” em fevereiro, utilizou as redes sociais para se manifestar. “Os caras estão de problema pessoal comigo, não querem deixar o meu show rolar”, declarou o rapper em um vídeo postado online.
O artista minimizou o ocorrido, afirmando que a situação é apenas uma fase passageira. A ação policial ocorre em meio a um histórico de polêmicas envolvendo o rapper e confrontos com a polícia.
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