Um vídeo de um youtuber brasileiro, que explora a erotização da infância, alcançou 40 milhões de visualizações em uma semana. A produção denuncia a exploração sexual de crianças nas redes sociais e critica influenciadores que promovem a adultização precoce em plataformas como Instagram e TikTok.
O conteúdo revela como redes de pedofilia se organizam nessas redes e destaca a irresponsabilidade das plataformas em permitir e até impulsionar esses conteúdos. O vídeo alerta famílias sobre os riscos de compartilhar fotos inocentes de crianças, que podem ser manipuladas e utilizadas em redes criminosas.
O youtuber aborda a adultização de forma ampla, mostrando que ela não se limita à erotização. Ele menciona crianças e adolescentes entre 8 e 14 anos que atuam como “coachs financeiros”, promovendo uma mentalidade de que a escola é inútil e que todos podem enriquecer facilmente. Essa manipulação resulta em uma mistura de ignorância e arrogância que não seria típica dessa faixa etária.
Impactos da Adultização
A adultização é um fenômeno que vai além da internet. Para crianças de famílias de baixa renda, isso pode se manifestar em trabalho infantil e abuso. Já na classe média, a adultização se reflete em festas extravagantes e pressões sociais para se comportar como adultos. O vídeo critica a cultura do consumismo e a pressão para que crianças se preocupem com a aparência desde cedo.
O youtuber também destaca que a infância deve ser um período de brincadeiras e descobertas, não de obrigações adultas. Ele enfatiza que a infância dura apenas 12 anos, e é nesse tempo que se formam as bases para uma vida adulta saudável e feliz. Para apoiar a defesa de crianças e adolescentes na internet, ele convida os espectadores a acessar seu blog e assinar um manifesto em defesa do PL 2628/22.
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