Michelly Silva, 24, de São Paulo, estava em 38 semanas de gestação com a segunda filha planejada, Maitê. O enxoval já estava pronto, com itens personalizados, roupinhas e bolsas da maternidade. Tudo indicava uma menina.
No dia 16 de março, o último ultrassom trouxe uma reviravolta: o bebê seria um menino. Michelly contou à Crescer que riu nervosa e chorou de desespero ao perceber a mudança de sexo. O nervosismo surgiu ainda no momento do diagnóstico.
A confirmação levou à necessidade de refazer exames em clínica particular, que confirmou Matteo como sexo do bebê. A mãe relembra o impacto emocional de imaginar Maitê com a irmã, ainda que hoje já aceite a nova realidade.
Mudança de sexo confirmada
Com a surpresa, boa parte das roupas em tons de rosa e lilás não poderia ser reaproveitada. Apenas peças neutras, como calças, puderam ser utilizadas, enquanto o enxoval precisou ser refeito.
Para enfrentar o atraso, as amigas organizaram uma rifa de 15 reais, inicialmente com 50 números. A demanda foi alta, aumentando o lote e esgotando tudo rapidamente. O dinheiro arrecadado foi usado para comprar novas roupas.
Além da logística, houve um impacto emocional que persiste. Michelly ainda sente a sensação de perda da menina, apesar da notícia de que Maitê nasce na verdade como Matteo.
A filha mais velha, Maya, ainda está em compreensão parcial sobre a situação, segundo a mãe. Ela sabe que nascerá um bebê, mas não entende completamente o que isso implica.
Caso tenha atraído atenção nas redes, a história ganhou viralização após as publicações de Michelly. As amigas também organizaram um chá de bebê para Matteo, fortalecendo o apoio entre a dupla de gestantes.
A família agora aguarda Matteo com o apoio das amigas, que contribuíram para adaptar o enxoval e manter a celebração do nascimento. A situação mostra a importância do apoio comunitário em situações de mudança de planos.
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