Os adesivos de beleza, conhecidos como patches, ganharam espaço na rotina de cuidados com a pele. Profissionais destacam benefícios, principalmente a curto prazo, em tratamentos localizados no rosto. A prática tem ganhado adesão entre pessoas que buscam rapidez e efeito “instagramável”.
Especialistas apontam que o uso é complementar. Médica Lilian Brasileiro afirma que efeitos visíveis incluem redução de inchaço, hidratação e sensação de frescor, com melhoria temporária na textura da pele. Os resultados não substituem tratamentos dermatológicos contínuos.
Farmacêutica Maria Eugênia Ayres explica que os patches variam em materiais e ativos. Hidrogel oferece sensação refrescante, hidrocoloide absorve secreção e filmes poliméricos favorecem adesão. O objetivo é tratar áreas específicas como olhos, lábios ou acne pontual.
A dermatologista Glauce Eiko ressalta a popularidade no Brasil pela praticidade e inovação. Patchs com ácido hialurônico, cafeína, niacinamida, ácido salicílico e peptídeos aparecem para tratar desde olheiras até lesões de acne, sem exigir rotina extensa.
Tipos de adesivos e ativos
Entre os materiais, o hidrogel é comum pela matriz de água, enquanto o hidrocoloide atua na absorção de secreção. Filmes ultrafinos combinam adesivo médico com ativos específicos, escolhidos pela compatibilidade com o objetivo.
Uso estratégico e limites
Os adesivos devem somar à rotina diária de skincare, funcionando como máscara de emergência para dias de cansaço ou antes da maquiagem. Profissionais destacam que a aplicação pontual não substitui tratamento regular.
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