A fruta canistel, conhecida também como fruta-ovo, originária da América Central, ganha espaço pelo perfil nutricional que reúne fibras, vitamina C e niacina. Pode ser consumida in natura ou usada no preparo de sorvetes, geleias e marmeladas.
A polpa amarela-alaranjada da fruta revela elevada atividade antioxidante e importância de vitaminas C e B3. Carotenoides presentes podem se converter em vitamina A ativa no organismo.
Entre os compostos bioativos, destacam-se substâncias fenólicas como ácido gálico, catequinas e miricitrina, associadas a efeitos benéficos em estudos laboratoriais. Esses componentes reforçam a atividade antioxidante da polpa.
Outra classe relevante é o fitoesterol beta-sitosterol, que pode reduzir o colesterol plasmático e favorecer o uso da glicose pelo organismo, contribuindo para quadros de hipercolesterolemia e pré-diabetes.
Além disso, a canistel apresenta atividades anti-inflamatórias, antifúngicas e antibacterianas, segundo especialistas. Esses atributos são observados na polpa da fruta.
Atenção: a fruta não deve ser vista como uma superfruta. Esse rótulo é desencorajado por não ter definição científica clara e pode induzir a falsas expectativas sobre benefícios únicos.
Importante ainda que as substâncias bioativas da canistel também são encontradas em outros alimentos de origem vegetal, o que reforça a diversidade na alimentação sem depender de um único item.
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