Com a chegada do frio, tutores ficam em dúvida sobre proteção para cães. Os pets também sentem o impacto do clima gelado e podem ter hipotermia se não aquecidos adequadamente. A orientação é simples: se está frio para você, costuma estar para o pet.
Sinais de que o cachorro está com baixa temperatura incluem tremores visíveis, encolhimento do corpo e tentar levantar ou recolher as patas. Esses indicativos ajudam a identificar a necessidade de aquecimento imediato.
Quando usar roupinha?
A necessidade depende da pelagem e da idade. Cães de pelo curto ou pouco pelos, como Pinscher, Chihuahua, Galgo e Buldogue, têm proteção natural menor e podem se beneficiar do casaco. Animais idosos costumam exigir proteção extra.
Cuidados ao vestir o animal precisam priorizar o conforto. A peça não pode apertar o pescoço nem limitar movimentos. Em cães de pelo longo, escovar antes evita nós. Evite adereços que o pet possa arrancar.
Mito ou verdade: comer mais no frio?
Mito. O metabolismo não acelera a ponto de exigir mais ração no inverno no Brasil. Aumentar a quantidade pode levar ao sobrepeso. Mantém-se a porção habitual, salvo orientação veterinária específica.
Banhos, passeios e hidratação entram na rotina com ajustes. Banhos devem ser menos frequentes, preferindo dias ensolarados, água morna e boa secagem. Passeios são mantidos, em horários mais amenos, para reduzir estresse.
A hidratação continua essencial. Água fresca deve estar sempre disponível em casa. Espalhe bebedouros e, para estimular líquidos, inclua alimentos úmidos na alimentação.
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