O frio, a Copa do Mundo e as festas juninas elevam a demanda do coração, segundo o cardiologista Gustavo Buosi, da Hapvida. Em junho, o organismo responde a temperaturas baixas, emoções intensas e hábitos alimentares, aumentando riscos como hipertensão, arritmias e infarto.
Eventos cardiovasculares tendem a subir no frio, pois vasos se contraem e a pressão arterial aumenta. A adrenalina liberada em situações estressantes também eleva a frequência cardíaca. Em pessoas com doenças já existentes, o risco é maior.
A emoção dos jogos pode impactar o funcionamento cardíaco, com pico de adrenalina durante partidas. Em indivíduos com doença descontrolada, esse estímulo pode desencadear arritmias ou picos de pressão.
Frio e Copa: impacto no coração
O conjunto de temperaturas baixas e tensão das partidas exige atenção. Quem já tem condições cardíacas precisa manter o tratamento em dia e evitar mudanças abruptas de rotina.
Alimentação de festa junina: riscos associados
Churrasco, frituras e bebidas alcoólicas costumam elevar calorias, sódio e açúcar. Esses fatores favorecem ganho de peso, hipertensão e maior esforço cardíaco em longo prazo.
Sinais de alerta e medidas preventivas
Falta de ar, cansaço sem explicação, dor no peito, palpitações e tontura devem ser avaliados. Manter hidratação, reduzir álcool, escolher carnes magras e evitar exageros ajuda a preservar o coração.
Como curtir sem exageros
Planejar porções e escolher opções mais leves facilita a celebração. Atividades físicas e sono adequado fortalecem a resposta do organismo ao clima, ao jogo e à festa. O equilíbrio é a chave.
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