A queda de temperatura registrada em várias regiões do Brasil acende alerta para tutores de cães e gatos. Animais de estimação sentem o frio e precisam de cuidados para manter a saúde durante o inverno. Raças de pelo curto, filhotes, idosos ou com doenças crônicas são mais vulneráveis.
Manter o pet abrigado em ambientes internos é a principal orientação. Evite que dorma em áreas externas, como varandas ou quintais, principalmente durante a noite.
Cama quente e aconchegante também é essencial. Forneça cobertores extras ou edredons no local de dormir e eleve a caminha do chão para evitar contato com o piso frio.
Cuidados com o ambiente e a rotina
Altos impactos do frio exigem adaptação da rotina de casa. Proteja o pet do vento e da umidade, mantendo água fresca disponível e ambiente estável.
Passeios devem continuar, mas com ajustes. Opte por horários mais quentes, fim da manhã ou início da tarde, e reduza a duração para evitar exposição excessiva ao frio.
Para cães de pelo curto, de pequeno porte, idosos ou com pouca gordura corporal, roupas podem ser indicadas. A vestimenta deve ser confortável e bem ajustada; para pelagens longas, roupas podem não ser necessárias.
Alimentação, hidratação e energia
O frio aumenta o gasto de energia do organismo dos animais. Pode ser necessário aumentar a alimentação entre 5% e 20%, sempre com orientação veterinária.
Mantenha a água disponível e troque com frequência para evitar ingestão de água fria. A hidratação ajuda a prevenir problemas urinários e mantém a saúde em dia.
Sinais de alerta e quando buscar orientação
Fique atento a tremores constantes, corpo encolhido, busca por esconderijo, sonolência, orelhas ou patas frias, respiração lenta e dificuldade para levantar. Esses sinais podem indicar desconforto térmico.
Caso observe algum desses sintomas, consulte um veterinário para avaliação e orientações sobre manejo e necessidades do pet no frio.
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