Uma unha encravada pode causar dor intensa e, se tratada sem os devidos cuidados, evoluir para infecção. Apesar de raramente representar risco de morte, o problema requer atenção para evitar complicações.
Muita gente tenta resolver em casa usando alicate ou tesoura. A prática pode abrir ferimentos e facilitar a entrada de bactérias, elevando o risco de infecção, especialmente em quem tem diabetes, má circulação ou imunidade baixa.
Para não piorar, não retire a unha ou o tecido inflamado sem orientação profissional. Manter a área limpa, seca e evitar calçados apertados são medidas iniciais recomendadas por especialistas.
Sinais de infecção
- Vermelhidão intensa ao redor da unha.
- Inchaço e dor pulsante.
- Saída de pus e mau cheiro.
- Dificuldade para caminhar.
- Em casos avançados, febre e piora da vermelhidão.
Grupos de atenção
Pessoas com diabetes, problemas de circulação, baixa imunidade ou idosos têm maior risco de complicações. Nesses casos, a infecção pode evoluir com mais facilidade e exigir tratamento rápido.
Como tratar corretamente
Em quadro inicial, manter pés em água morna, higiene, secagem completa e calçados confortáveis ajudam. Evitar cortar o bife ou arrancar partes da unha em casa é essencial.
Quando há dor intensa, infecção ou recorrência, procurar dermatologista ou podólogo é recomendado para avaliar necessidade de remoção parcial da unha e indicar o tratamento adequado.
Prevenção
Cortar as unhas em linha reta, não eliminar cantos e usar calçados que não comprimam ajudam a reduzir o risco. Ignorar sinais de infecção e insistir em soluções caseiras pode prolongar a dor e agravar o quadro. Procurar atendimento profissional é a orientação padrão diante de agravamento.
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