14 de mar 2025
Dia Mundial do Sono destaca a importância de hábitos saudáveis para um descanso reparador
O Dia Mundial do Sono, em 14 de março, destaca a higiene do sono. Estudos da Fiocruz revelam que 72% dos brasileiros têm distúrbios do sono. Mulheres são mais afetadas por fatores hormonais e estresse, segundo especialistas. O uso de telas antes de dormir prejudica a produção de melatonina. Recomendações incluem evitar eletrônicos e manter uma rotina regular de sono.
Foto: Reprodução
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Nesta sexta-feira, 14 de março de 2024, o mundo celebra o Dia Mundial do Sono, uma data que enfatiza a importância de uma boa rotina de descanso para a qualidade de vida. O conceito de higiene do sono tem ganhado destaque, englobando práticas que visam garantir um sono reparador. A pneumologista Erika Treptow, do Instituto do Sono, alerta que o uso de telas antes de dormir pode prejudicar a qualidade do sono. Ela explica que a luz emitida por dispositivos eletrônicos retarda a secreção de melatonina, hormônio essencial para o corpo reconhecer o momento de dormir.
Estudos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que setenta e dois por cento dos brasileiros enfrentam problemas relacionados ao sono. O Dia Mundial do Sono, instituído em 2008 pela Associação Mundial do Sono, serve para conscientizar sobre a importância do descanso. Especialistas ressaltam a necessidade de reconhecer e tratar distúrbios como ronco, apneia e insônia, que podem impactar a saúde e a qualidade de vida.
Ordival Augusto Rosa, especialista em Medicina do Sono, destaca que muitos subestimam os sinais de distúrbios do sono, como o ronco, que pode levar a sonolência diurna e aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Além disso, condições endócrinas, como hipertireoidismo e diabetes tipo 2, também afetam o sono. O endocrinologista Pedro Saddi explica que o tratamento adequado dessas condições pode restaurar a rotina de sono normal.
Mulheres podem ser mais afetadas por distúrbios do sono devido a responsabilidades diárias e questões hormonais, como gravidez e menopausa. A otorrinolaringologista Mariane Sayuri Yui alerta que o estresse e um estilo de vida agitado podem levar à insônia crônica. Para um diagnóstico preciso, exames como a polissonografia são recomendados. A adoção de bons hábitos, como evitar estimulantes à noite e manter horários regulares de sono, é essencial para garantir um descanso reparador.
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