O episódio destaca a importância de desmentir mitos sobre os bandidos preguiçosos dos trópicos, como a ideia de que as preguiças são lentas por escolha. A conversa revela que essa percepção não condiz com a realidade e que a divulgação de mitos pode dificultar a conservação.
A pesquisadora britânica Rebecca Cliffe, referência em xoloquais, fundou a Sloth Conservation Foundation, no Costa Rica. Ela coordena ações de proteção ao longo dos anos e já colaborou com a fotógrafa Suzi Eszterhas, autora de um livro de 2017 sobre o tema.
A obra, intitulada Sloths: Life in the Slow Lane, foi criada para aumentar a conscientização e o apoio à conservação. Cliffe argumenta que a popularidade das preguiças não se traduz em mais proteção ambiental.
Segundo a entrevistada, manter o ritmo lento é uma estratégia de sobrevivência que ajudou as preguiças a se manterem entre os mamíferos mais antigos. O episódio aborda ainda a crise atual causada pela fragmentação de florestas e pelo turismo de selfies com animais.
Principais destaques
- Indonésia vence acordo de 2,52 milhões de dólares por danos a recifes causados por navios estrangeiros.
- Descoberta de cultura de chimpanzés que utilizam ferramentas na República Democrática do Congo.
- População de rinocerontes no oeste de Bengala atinge recorde histórico.
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