Aos 14 semanas de gestação, o bebê pesa cerca de 45 gramas e mede aproximadamente 8,5 centímetros. Embora ainda não seja perceptível externamente, a movimentação é visível dentro do útero. O crescimento uterino pode provocar desconforto abdominal e pélvico à mãe.
A cabeça já começa a ficar mais separada do corpo, evidenciando o pescoço. Os olhos realizam movimentos lentos e, em breve, vão se posicionar mais à frente do rosto. Os rins filtram a urina e o baço passa a produzir células sanguíneas.
Tamanho do bebê e desenvolvimento
O bebê continua com o corpo pequeno, mas já com traços mais proporcionais. O monitor fetal por doppler pode permitir ouvir o coração do bebê em casa, embora isso exija orientação médica para evitar ansiedade.
Corpo da mãe neste estágio
O útero em crescimento aumenta o desconforto na região abdominal e pélvica. Ligamentos redondos se alongam, gerando pontadas que não prejudicam o bebê. Movimentos suaves e alongamentos podem ajudar, com orientação médica.
Hidratação e circulação
Manter a hidratação, atividade física moderada e calçados confortáveis favorece a circulação. Em caso de dor forte, é essencial procurar atendimento médico para avaliação.
Alimentação no segundo trimestre
O apetite costuma aumentar, favorecendo a introdução de variedade na alimentação. Legumes e verduras saem de trilhas mais restritas e passam a compor pratos coloridos, com foco em proteína, ferro e cálcio.
Suplementação e nutrição
A prescrição de ferro, cálcio e outros nutrientes deve ser individualizada, considerando necessidades e estilo de vida. Em gestações gemelares, o acompanhamento nutricional é ainda mais relevante.
Gestações gemelares: tipos e cuidados
Gêmeos podem apresentar diferentes configurações placentárias. Dicoriônicos/diamnióticos possuem placenta e bolsa separadas para cada bebê. Monocoriônicos compartilham placenta, com variações de bolsas amnióticas.
Acompanhamento médico
Gravidez de múltiplos com placenta compartilhada requer vigilância mais próximas para prevenir desigualdade de nutrientes. O parto costuma ocorrer entre 34 e 36 semanas em tais casos.
Amniocentese: quando indicada
Caso haja indícios de anomalias, exames como NIPT ou ultrassom podem indicar a amniocentese. O procedimento retira líquido amniótico para análise de cariótipo fetal, auxiliando no diagnóstico de síndromes genéticas. A decisão ocorre sob orientação médica.
Entre na conversa da comunidade