Nesta etapa inicial da gestação, o embrião tem cerca de 0,6 cm e se assemelha a um girino. O coração já bate, e o tubo neural dá origem ao cérebro e à medula espinhal, segundo informações de fontes de saúde.
O desenvolvimento ocorre com o embrião coberto por uma pele muito fina. Patologias não são incomuns nesta fase, e nem todos os ultrassons conseguem detectar os batimentos cardíacos com precisão.
Além do coração, começam a surgir os primeiros brotos de membros, com depressões laterais que virão a formar as orelhas. O embrião ainda não apresenta faces definidas, mas os contornos começam a se tornar visíveis.
Desenvolvimento do bebê
O embrião mede cerca de 0,6 cm, ponta a ponta, correspondente ao tamanho de um grão de feijão preto. Medidas na metade da gestação serão do alto da cabeça ao calcanhar.
Essa medida é útil para acompanhar a evolução da gravidez e estimar a idade gestacional. A partir da segunda metade, as pernas ficam menos enroladas e mais aparentes.
Sintomas na gestante
Com 6 semanas, o atraso menstrual costuma ser o primeiro indicativo claro. Seios podem ficar doloridos e enjoo pode surgir a qualquer momento do dia.
Os enjoos nem sempre aparecem, e a gravidade varia entre as mulheres. Vômitos não são obrigatórios para confirmar a gravidez.
Para enfrentar o enjoo, recomenda-se comer refeições pequenas com frequência, preferir alimentos frios e evitar frituras, fast food e ultraprocessados. Manter boa hidratação é essencial.
Perdas gestacionais
É comum ocorrer perda gestacional no início da gravidez, especialmente no primeiro trimestre. Cerca de 80% dos abortos espontâneos acontecem nesse período, muitas vezes sem sinal claro.
A principal explicação envolve problemas cromossômicos do embrião. Em alguns casos, fatores uterinos, colo do útero ou infecções também podem contribuir.
A maioria das mulheres engravida novamente com sucesso após perdas. Em caso de suspeita de gravidez, testes de farmácia costumam ser confiáveis, e o acompanhamento médico é recomendado.
Ácido fólico e preparação
Especialistas orientam que quem tenta engravidar ou já está grávida tome ácido fólico para prevenir malformações no tubo neural. A dose costuma ser de 400 mcg/dia no início da gravidez, com orientações individuais para gestações de alto risco.
O ácido fólico é uma vitamina do complexo B, disponível em cápsulas ou gotas e distribuída gratuitamente pelo SUS em doses mais altas. Verduras como espinafre, rúcula, couve e brócolis ajudam a reforçar a ingestão. Feijão, lentilha e grãos integrais também são fontes úteis.
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