Em entrevista ao GLOBO, a médica Roberta Saretta revelou que o câncer de intestino diagnosticado em Preta Gil apresenta características de resistência aos tratamentos. “É como se ele criasse uma capa de proteção contra os medicamentos”, afirmou a especialista, que acompanhou a cantora durante todo o tratamento.
A resistência do câncer de Preta Gil é atribuída a diversos mecanismos que dificultam a eficácia da quimioterapia. Um deles envolve mutações que alteram a visibilidade do tumor para o sistema imunológico, reduzindo a resposta ao tratamento. Além disso, o tumor pode produzir proteínas que o camuflam entre as células saudáveis, dificultando a identificação pelos medicamentos.
A complexidade do câncer é um desafio constante na medicina, pois as células tumorais evoluem para escapar das terapias. Em alguns casos, a própria quimioterapia pode induzir o tumor a desenvolver mecanismos de resistência. Essa dinâmica torna o tratamento ainda mais desafiador, especialmente em casos considerados mais agressivos.
Saretta destacou que a resistência do câncer de Preta Gil é um exemplo das dificuldades enfrentadas por pacientes oncológicos. A luta contra a doença é marcada por avanços e retrocessos, refletindo a necessidade de pesquisas contínuas para entender melhor esses mecanismos e aprimorar as abordagens terapêuticas.
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