O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) anunciaram avanços na saúde digital do país. A padronização de mais de 290 códigos de exames laboratoriais facilita o diagnóstico de sete arboviroses prioritárias, como dengue, Zika e chikungunya. A medida integra a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) e utiliza o padrão LOINC.
A renovação do acordo ocorreu nesta segunda-feira (24) em Brasília, com assinatura simbólica do ministro Alexandre Padilha. O acordo foi estendido até novembro de 2027, fortalecendo a vigilância epidemiológica com dados padronizados entre labs públicos e privados.
Padronização e impactos
O foco é mapear e rastrear surtos com maior precisão, melhorando a resposta a epidemias. A adoção de LOINC harmoniza códigos e resultados em todo o território, inclusive para a rede internacional. A RNDS já opera sob marco legal aprovado pelo Congresso.
Além da tradução e validação dos códigos, o cycle atual prevê a adoção nacional do Modelo Informacional de Resultados de Exames Laboratoriais (REL) da RNDS, regulamentado pela Portaria GM/MS nº 8.276/2025. Isso qualifica dados e fortalece a vigilância.
Fortalecimento institucional
A renovação reforça o compromisso com inovação, qualidade e segurança diagnóstica. A parceria permanece ativa até novembro de 2027 e visa ampliar a interoperabilidade de dados no SUS e na saúde suplementar, fortalecendo a tomada de decisões.
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