Roughly half the world’s arabica coffee-growing regions will become unsuitable for cultivation of the crop by 2050 due to climate change. A nonprofit initiative, Coffee Watch, lançou uma e-library com todo o material de pesquisa já produzido sobre agrofloresta do café, para apoiar produtores a enfrentar a mudança climática.
A agrofloresta busca simular ecossistemas naturais, cultivando café junto com outras árvores e arbustos. O objetivo é criar microclimas estáveis, equilibrando temperatura e chuva, além de favorecer a saúde do solo e a biodiversidade. Também pode aumentar a renda por meio de culturas associadas.
Etelle Higonnet, fundadora da Coffee Watch, destacou que o café é sensível a variações de clima e precisa de ambientes bem definidos para se desenvolver. A biblioteca eletrônica facilita o acesso a conhecimento técnico em múltiplos idiomas, evitando pilotos dispendiosos.
Benefícios e alcance
Guillermo Vargas Leitón, da Café Monteverde, reforçou que combinar informações em um repositório central facilita a tomada de decisão para agricultores. Segundo a organização, cerca de 25 milhões de produtores e 100 milhões de trabalhadores dependem do café mundialmente.
O texto original enfatiza que o setor é crucial para economias de várias nações. Países como Brasil e Vietnã respondem por grande parte da produção global, o que acarreta impactos econômicos amplos em caso de queda de safra.
Brasil e Vietnã respondem por quase metade da produção mundial. O primeiro concentra grande parte no Amazonas, enquanto o segundo figura como o segundo maior produtor. A agrofloresta pode oferecer alternativas de manejo para proteger safras futuras.
A visão é que a biblioteca sirva de ponto de partida para políticas públicas e planos de adaptação climática. Governos que decidirem investir na agrofloresta poderão usar o acervo para estruturar estratégias de proteção da produção, empregos e renda do setor.
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