O NIH anunciou nesta quinta-feira que não financiará mais pesquisas que utilizem tecido fetal obtido a partir de abortos eletivos. A medida, que entra em vigor imediatamente, busca modernizar o NIH e apoiar tecnologias que modelam a saúde humana de forma mais avançada.
Segundo o NIH, o número de projetos financiados com tecido fetal de abortos vem caindo desde 2019. Na prática de 2024, foram destinados quase US$ 60 milhões a 77 projetos que envolviam esse material.
Instituição detalha que pesquisas ainda podem usar tecido fetal obtido de gravidez espontânea, mas o uso de tecidos de abortos é o preferido por dificuldades na coleta de amostras viáveis de miscarriages.
Historicamente, o tecido fetal tem contribuído para o estudo de diabetes, Alzheimer e infertilidade. Também teve papel no desenvolvimento de vacinas para poliomielite, hepatite A, raiva e outras doenças.
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