Em meio à onda de receitas, o iogurte grego ganhou destaque ao ser combinado com biscoitos para formar o que muitos chamam de cheesecake japonês. A prática ganhou repercussão nas redes sociais, especialmente entre brasileiros.
Especialistas indicam que o principal ingrediente é alvo de dúvidas. Embora o iogurte grego tenha textura cremosa, não existe legislação específica no Brasil que defina esse rótulo. A denominação pode envolver estabilizantes e aditivos.
Como identificar o iogurte grego ideal
Para avaliar se o produto é realmente saudável, é essencial ler a lista de ingredientes. Em muitos itens rotulados como grego, há açúcar adicionado, espessantes, aromatizantes e gorduras extras.
Segundo nutricionistas, alguns iogurtes chamados gregos são, na prática, iogurtes comuns com aditivos. Nesses casos, o valor nutricional pode ficar aquém do esperado.
Alguns produtos parecem mais saudáveis, mas pertencem à categoria de ultraprocessados, ricos em açúcar, sal e gorduras, com muitos aditivos. Estudos associam o consumo excessivo a diversos problemas de saúde.
O ideal é optar por um produto minimamente processado, com poucos ingredientes, preferencialmente leite e fermentos lácteos, sem açúcares ou gordura adicionada.
Benefícios à saúde
Quando minimamente processado, o iogurte grego pode integrar uma alimentação equilibrada, oferecendo proteínas de alto valor biológico que ajudam na construção de tecidos e na função imunológica.
A proteína presente no iogurte também auxilia na saciedade, o que pode favorecer o controle do peso. As quantidades variam conforme a necessidade individual de cada pessoa.
O cálcio, essencial para ossos e dentes, é outro benefício associado ao consumo regular. A insuficiência de cálcio pode favorecer osteoporose com o avançar da idade, aumentando o risco de quedas.
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