Abandoned FADs drift across the Galápagos Marine Reserve, deixando resíduos plásticos, redes e animais presos. O alerta veio após relatos de dispositivos de agregação de peixe encontrados próximos a tubarões, tartarugas e lobos-marinhos. O foco é entender como esses aparelhos entram na reserva.
A situação envolve comunidades locais, ONGs e autoridades. Pesquisadores da Inti Keith, da Charles Darwin Foundation, destacam que animais ficam enredados ou morrem, com impactos em espécies diversas. A Galápagos National Park busca ações conjuntas para rastrear e recolher os FADs.
O episódio de 2022 ganha relevo pela divulgação de imagens em redes sociais que mostram um FAD preso a uma baleia em decomposição, dentro da área protegida. Além disso, a frota pesqueira industrial é apontada como principal geradora de FADs dispersos.
Desafios de manejo de FADs
FADs consistem em plataforma flutuante com redes e bóia satélite. Elas atraem peixes menores e criam abrigo para predadores, facilitando a pesca com redes de arrasto. Estima-se que dezenas a centenas de dispositivos sejam usados por embarcações Persa nesse oceano.
Ações e gaps de gestão
A TUNACONS lançou programa de recuperação em 2022, remunerando pescadores artesanais. Entre 2021 e 2024, foram retiradas cerca de 60 unidades, com retorno de peças aos donos quando possível. Resta superar limitações de alcance e de responsabilidade pelas FADs perdidas.
Caminhos para o controle
Especialistas defendem melhoria de gestão do fim de vida dos FADs e uso de FADs biodegradáveis, mas alertam que componentes não degradáveis ainda podem estar presentes. A gestão no parque tem custo e logística elevados, com estimativa de mil dólares por retirada em áreas de coral.
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