O DMT humano pode ser produzido no nascimento ou na morte? Novo levantamento científico mostra que isso ainda é hipótese, sem comprovação sólida. A afirmação circulou nas redes, mas não tem respaldo em estudos robustos.
O neurocientista Dráulio Araújo, do Instituto do Cérebro da UFRN, explica que há indícios de que o corpo humano sintetize DMT, inclusive em tecidos. Contudo, não há dados consistentes que comprovem a produção específica no nascimento ou na morte.
A pesquisa sobre ayahuasca mostrou que o DMT pode influenciar estados de consciência em pacientes com depressão resistente ao tratamento. O trabalho envolve a aplicação de uma dessas substâncias em pacientes, com foco na melhoria clínica.
Sobre a relação com nascimento e morte, o pesquisador destaca que há especulações ligadas à glândula pineal, mas sem evidência sólida. Estudos em animais sugerem alteração de níveis sob hipóxia, mas não comprovam o fenômeno em humanos.
Em resumo, não há base científica para afirmar que o organismo humano libere DMT de forma significativa nesses momentos. A hipótese circula, porém continua sem confirmação.
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