No município de Arvoreznha, no sul do Brasil, vive o sapo-de-barriga-vermelha Melanophryniscus moreirae, espécie de apenas “mais ou menos” 1 cm. Em 2014, esse anfíbio contribuiu para a suspensão da construção de uma usina hidrelétrica que poderia destruir seu habitat.
Conservacionistas e comunidades locais tiveram papel decisivo ao defender a espécie e sua floresta Atlântica, um hotspot de biodiversidade já pressionado pela atividade humana. A mobilização levou a uma mudança de planos e à proteção da área.
A espécie continua sob observação científica para entender sua ecologia e as ameaças. A continuidade dos esforços de conservação é essencial para evitar novas perdas de habitat e manter o equilíbrio de um ecossistema único.
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