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Versão completa da ida do homem à Lua

Artemis II, em abril, levará quatro astronautas em órbita ao redor da Lua para testar sistemas, preparando o caminho para a missão de pouso futura

Um dos maiores mitos sobre o pouso na Lua é que a bandeira dos EUA se movimentou como se estivesse ventando, algo que seria impossível no ambiente lunar
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O programa Apollo começou em 1960 com a meta de enviar o primeiro humano à superfície lunar. A missão Apollo 11 realizou o marco histórico em 1969, após uma série de voos de teste que validaram a tecnologia necessária para chegar à Lua.

Quatro voos tripulados antecederam o pouso na Lua: Apollo 7 em órbita terrestre, Apollo 8 que cercou a Lua, Apollo 9 com o módulo lunar completo em órbita, e Apollo 10 que simulou o pouso. Esses passos foram cruciais para a viabilidade da missão.

Além de Neil Armstrong e Buzz Aldrin, o astronauta Michael Collins circulou em órbita lunar no módulo de comando, não caminhando na superfície. O pouso ocorreu na região Mare Tranquillitatis, e o retorno à Terra levou três dias.

Quem participou

Ao todo, doze astronautas caminharam na Lua: Apollo 11 (Armstrong, Aldrin), Apollo 12 (Conrad, Bean), Apollo 14 (Shepard, Mitchell), Apollo 15 (Scott, Irwin), Apollo 16 (Young, Duke) e Apollo 17 (Cernan, Schmitt). A Apollo 13 não cumpriu o pouso por falha a bordo.

O que muda com Artemis

O retorno à Lua acontece dentro do programa Artemis, que busca ir além do feito de Apollo até 2030. A Artemis II, programada para 1º de abril, fará apenas uma viagem orbital ao redor da Lua com quatro astronautas, sem pouso inicial.

Objetivos da missão

A missão orbital testará sistemas-chave, como o suporte de vida da nave Orion e outras tecnologias. A Artemis IV deve seguir, com o objetivo de viabilizar o pouso, enquanto a Artemis III servirá como etapa anterior de validação.

Por que avançar agora

A NASA justifica o reingresso com avanços tecnológicos e novos objetivos científicos. Entre eles, explorar regiões ainda não visitadas da Lua, incluindo o polo lunar, para ampliar o conhecimento e desenvolver capacidades para futuras missões interplanetárias.

O compromisso da agência

A agência destaca liderar uma grande coalizão internacional com o objetivo de ampliar o alcance humano no espaço. O plano é permitir que astronautas vivam e trabalhem na Lua, preparando o terreno para um próximo passo histórico rumo a Marte.

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