O relatório da WMO revela que 2025 foi um ano excepcionalmente quente, com temperatura média global 1,43 °C acima dos níveis pré-industriais (1850-1900). A divulgação ocorreu na segunda-feira, 23 de março de 2026, Dia Mundial da Meteorologia.
O estudo “Estado do Clima Global 2025” destaca que o período de 2015 a 2025 está entre os mais quentes já registrados desde o início das medições, em 1850. A análise aponta o aquecimento contínuo causado pelas concentrações de gases de efeito estufa, que afetam a atmosfera e os oceanos.
O documento afirma que condições climáticas extremas—calor, chuvas fortes e ciclones—se tornam mais frequentes e intensas, gerando impactos em cadeias de produção, alimentação e deslocamento de pessoas. A vulnerabilidade econômica global é destacada pela entidade.
Impactos na saúde e no trabalho
A WMO alerta para efeitos amplos das mudanças climáticas na mortalidade, ecossistemas e sistemas de saúde. Riscos aumentam para doenças transmitidas por vetores e pela água, além de pressão sobre a saúde mental, especialmente entre grupos vulneráveis.
Mais de um terço da força de trabalho mundial fica exposto a calor excessivo no ambiente de trabalho, com setores como agricultura e construção civil entre os mais afetados. Além de riscos à saúde, há queda de produtividade e de renda para famílias dependentes.
A organização ressalta a necessidade de integração entre dados meteorológicos e informações de saúde pública para que autoridades possam agir de forma preventiva, reduzindo danos a comunidades e economias diante de eventos climáticos.
Este texto utiliza informações da Agência Brasil, com adaptação para o Portal. Fontes citadas são a WMO e órgãos da ONU; não há links ou menções a portais específicos adicionais.
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