O rastreamento do câncer de próstata é apontado como fator que reduz a mortalidade, segundo médicos. A afirmação será tema do programa CNN Sinais Vitais, com Dr. Roberto Kalil, neste sábado. A transmissão acontece às 19h30 pela CNN Brasil.
A discussão envolve o oncologista Fernando Maluf e o urologista Rafael Coelho. Eles apresentam dados sobre diagnóstico precoce, que pode elevar a chance de cura para cerca de 95%. O tema ganha relevância diante das estimativas do Inca.
Segundo o Inca, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre homens no Brasil, com cerca de 78 mil novos casos por ano no triênio 2026-2028 e grande parte ocorrendo a partir dos 65 anos. A maior parte dos casos é silenciosa.
A próstata desempenha papel importante no sistema reprodutor masculino, produzindo grande parte do líquido seminal. O câncer de próstata é explicado como proliferação descontrolada de células da glândula, sem sintomas em estágios iniciais.
Maluf explica que os sintomas costumam surgir em estágios avançados, com dificuldade para urinar ou necessidade de ir ao banheiro com frequência, especialmente quando a doença progride. O diagnóstico precoce pode evitar manifestações severas.
O programa também aborda causas, grupos de risco, métodos diagnósticos e opções de tratamento, além de avanços em pesquisas e novas técnicas cirúrgicas para reduzir efeitos colaterais. O debate inclui mitos e receios sobre o rastreamento.
Coelho destaca a importância da campanha Novembro Azul e ressalta a necessidade de desvincular o rastreamento do toque retal. A ideia é promover saúde masculina de forma integral, incluindo saúde cardiovascular e outras questões.
O especialista ressalta, ainda, que o rastreamento eficaz pode reduzir a mortalidade associada ao câncer de próstata. A discussão completa será exibida neste sábado, na CNN Brasil.
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