O UV, ou radiação ultravioleta, é responsável pela produção de vitamina D essencial para ossos, células do sangue e o sistema imune. Ainda assim, a exposição excessiva aumenta o risco de câncer de pele, especialmente melanoma, o tipo mais grave. Pesquisadores alertam para os perigos do bronzeado intenso.
A intensidade do UV varia ao longo do dia, com picos próximos ao meio-dia solar. O Índice UV (UVI) é a medida padrão internacional dessa radiação, começando em zero e podendo superar 10. Valores mais altos = maior dano potencial. A proteção é recomendada desde já.
As variações de UV dependem da localização. Regiões próximas ao equador registram níveis muito altos ao longo do dia, enquanto áreas mais frias podem ter níveis moderados. Por isso, a proteção deve ocorrer com regularidade, mesmo em dias nublados.
O que fazer para se proteger
A NHS orienta evitar exposição nos horários de maior radiação, entre 11:00 e 15:00, em boa parte do ano. Usar roupas apropriadas, óculos de sol e protetor solar com fator 30 ou superior e proteção UVA de pelo menos quatro estrelas é recomendado.
Reaplique o protetor conforme as instruções da embalagem e proteja crianças. Profissionais destacam que áreas pouco lembradas, como lateral do nariz, têmporas e pescoço, também exigem cuidado para reduzir o risco de câncer de pele.
Considerações sobre pele e proteção
Mesmo pessoas com pele mais escura podem sofrer danos e câncer de pele, pois a proteção não depende apenas da tonalidade. A exposição excessiva também está associada ao envelhecimento da pele e a danos oculares, como catarata. O uso de protetor solar deve acompanhar outras medidas de proteção.
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